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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ilegais


Os olhos não conseguem mesmo esconder nada né não?

Uma vez um amigo disse: um cara não olha nos teus olhos por mais de 1/2 segundo se não houver um interesse. Tudo bem, não tem como generalizar, mas há uma certa verdade nesta observação.


O que há por aí é muito medo... medo de romper com o senso comum, medo de se dar o direito de fazer o que se tem vontade.
Os caras se limitam a achar lá no fundo o outro "interessante", bonito, mas daí para se pegar não..só com muita birita na cabeça. E é isso que rola né?
Acontece que não sabem o que estão perdendo, porque não serão menos homens se experimentarem outro. Acho que muito pelo contrário.
E é muito gostoso rolar com outro cara, não tem como comparar com mulher, que tb é bom, mas são químicas diferentes, corpos diferentes, comportamentos diferentes.
É muito bonita a imagem de dois homens juntos, quem não curtiu ainda não fique no plano das idéias não, vá lá e curta!



Ilegais
Vanessa Da Mata
Desse jeito vão saber de nós doisDessa nossa vida

E será uma maldade veloz

Malignas línguas

Nossos corpos não conseguem ter paz

Em uma distância

Nossos olhos são dengosos demais

Que não se consolam, clamam fugazes

Olhos que se entregam

Ilegais
Eu só sei que eu quero você

Pertinho de mim

Eu quero você

Dentro de mim

Eu quero você

Em cima de mim

Eu quero você
Desse jeito vão saber de nós dois

Dessa nossa farra

E será uma maldade voraz

Pura hipocrisia

Nossos corpos não conseguem ter paz

Em uma distância

Nossos olhos são dengosos demais

Que não se consolam, clamam fugazes

Olhos que se entregam

Olhos ilegais
Eu só sei que eu quero você

Pertinho de mimEu quero você

Dentro de mimEu quero você

Em cima de mim

Eu quero você

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Uma metade admitiu... a outra escondeu.


A entrevista com o autor do livro "sexualidade humana" e a pesquisa realizada o hospital Gaffré e Guinle apontam para algo que é óbvio, a heterossexualidade é algo questionável, um fator frágil.


Nem todo cara foi com outro para a cama, claro. Há tabús, medo, repressão de desejos. Mas praticamente todo homem tem desejo por outro em algum momento da vida, ou porque no plano das idéias ele se permite, ou porque mesmo fugindo disso como o diabo da cruz, tropeça e é pego de jeito. Mesmo que o ato não seja efetivo, está lá o desejo.


Negar isso é burrice. O conceito heterossexualidade é descabido, limita algo que é muito mais amplo: a sexualidade humana.
Por isso as saunas em clubes esportivos ficam cheias de caras que vão lá para ver outros. Fiquei de cara quando descobri isso em minha cidade. Geral ia lá para pegar. Todos casados. A maioria de cabelos brancos. Isso é fruto de uma sociedade hipócrita onde uma parte importante da sexualidade e retirada fora (se deixarmos claro).
O Eduardo Mascarenhas afirmou em um dos seus livros que não existe uma heterossexualidade inata. Que se existe é tão frágil, que diante da menor provocação ela cai por terra. E é isso o que vemos, o que sentimos e porque vou achar que sou diferente de todo mundo, que só eu sinto atração por outro cara, se ta na cara que não é bem assim.
Como já comentei por aqui sou professor em algumas academias, sou um cara bonito, corpo sarado, voz grave, tipinho marrento. E o que pego de caras corando quando flagro eles olhando meu pau (de cueca) no vestiário, não é brincadeira!

Graças aos tabús que começaram diante dos absurdos propostos pelas religiões, hoje há pessoas confusas, um machismo tonto (que é proporcional ao desejo que o cara reprime por outro homem) e uma hipocrisia cretina faz com que homens casados saiam com outros, sem se prevenir e levam dsts para seus lares.

Agora vamos deixar muito clara uma coisa aqui: DST NÃO ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADA À RELAÇÃO ENTRE DUAS PESSOAS DO MESMO SEXO!

Há um moralismo idiota que faz essa associação. Vida sexual ativa sem prevenção coloca qualquer pessoa sob uma roleta russa, saia ela com alguém do sexo oposto, ou não e ponto final. O grupo de risco é aquele que não se previne, ponto final mais uma vez.
Agora veja que interessante a entrevista do doutor aí embaixo. Acham que acredito que a outra metade não pensa ou sai com homens?


Sexo perigosoEm 662 casais, mais da metade dos maridos são bissexuais enrustidos
Angela Oliveira
Foto: Carlos Magno


Motéis especializados em bacanais e diversões como trenzinho ou sorteio para saber quem fica com quem são um prato cheio para a Aids (na foto, cena do filme Calígula)
Egana-se quem pensa que os bissexuais e os adeptos do sexo grupal são poucos no Brasil. Uma pesquisa realizada pelo hospital carioca Gaffré e Guinle, centro de referência nacional em Aids, revelou que em mais da metade de 662 casais entrevistados os maridos são bissexuais. E 8% de 202 pessoas ouvidas admitem a prática de sexo coletivo. Nesse universo, homens relacionam-se com travestis alimentando a fantasia de serem penetrados por uma linda mulher. Os gays, por sua vez, idealizam ser o ativo do casal. O estudo revela também que as festas de sexo grupal são regadas a drogas e álcool e contam até com motéis que oferecem suítes de duas a três camas. O tema faz parte do livro Sexualidade humana, lançado este mês pelo cancerologista e especialista em Aids Carlos Alberto Morais de Sá. Aos 56 anos, casado, pai de três filhos e avô de dois netos, Carlos Alberto se diz chocado com o resultado da pesquisa. “Sou quadrado. Sexo coletivo é a antítese do amor”, diz. Em entrevista em seu consultório, no Gaffré, ele criticou as campanhas de prevenção à doença por nem sequer fazerem menção a esse tipo de comportamento sexual.


Afirmou ainda que os brasileiros recusam-se a assumir preferências sexuais pouco convencionais e contribuem para o aumento do índice de contaminação pelo HIV.


ISTOÉ – Por que temas tabus, como o bissexualismo e o sexo grupal, são ignorados nas campanhas de prevenção à Aids?Carlos Alberto Morais de Sá – A sociedade não assume e não discute essas questões e o bissexual não admite a sua identidade. Para a sociedade, ou se é hetero, ou homo. Talvez isso explique por que o Brasil tem um dos maiores índices de contaminação entre heterossexuais masculinos. O bissexual só assume a prática hetero e deleta a relação que tem ou teve com outro homem. Mesmo que ele seja o passivo numa transa com um travesti, fantasia que está com uma mulher. Nessa relação, o homem não é aquele que tem pênis e se comporta necessariamente como ativo. Os papéis são muito flexíveis e nada disso é levado em consideração nas campanhas educativas.


ISTOÉ – Nem os homens contaminados assumem a bissexualidade?Morais de Sá – Uma mulher infectada encontrou na agenda do marido vários nomes femininos com endereços. Descobriu que todos eram de homens que se identificavam como mulheres. O marido se contaminou insistindo que era heterossexual. A maioria dos homens afirma que adquiriu a doença com mulheres e enrustem os parceiros. De 196 mulheres entrevistadas, 54% foram infectadas por maridos bissexuais; 45,4% delas sabiam que eles se relacionavam com outras mulheres. Apenas 16,8% suspeitavam da bissexualidade. Isso é muito pouco! Além disso, 51,3% nunca haviam usado camisinha. Dos 365 homens entrevistados, 39,7% também nunca haviam feito uso de preservativo.
Foto: Carlos Magno
“O perfil do macho brasileiro mostra ambiguidade. Se gostasse de mulher, ele não batia” Carlos Alberto de Sá


ISTOÉ – Por que os bissexuais não são organizados como os homossexuais?Morais de Sá – Talvez porque os homens queiram garantir relacionamentos com parceiras femininas.


ISTOÉ – E como os travestis se comportam?Morais de Sá – Eles não gostam de assumir o lado feminino, apesar de terem seios e se vestirem como mulheres. Afirmam-se ativos e têm a fantasia de serem mulheres que penetram. Quando contaminados, negam que foram penetrados. Ninguém gosta de assumir o lado passivo.


ISTOÉ – O comportamento agressivo dos machões seria a ponta de um iceberg?Morais de Sá – O perfil do macho brasileiro, que come todas as mulheres e as enche de porrada, mostra a ambiguidade. Se gostasse de mulher, ele não batia. O comportamento sexual nem sempre corresponde à imagem do indivíduo. Muita gente se surpreende quando descobre homens com posturas sociais insuspeitadas como homossexuais. A sexualidade não é monomórfica. Nós é que impomos padrões.


ISTOÉ – Como é possível controlar a contaminação na prática do sexo em grupo?Morais de Sá – Até hoje nunca foi lançada nenhuma campanha educativa que desestimulasse o sexo em grupo. Existem motéis, como o Vila Régia, no Centro do Rio, com salas só para isso. Os mais modernos oferecem suítes com duas a três camas de casal. Ninguém é obrigatoriamente hetero ou homo e as festas costumam ser regadas a muita bebida e drogas. Há diversões do tipo trenzinho, em que um fica atrás do outro e todos vão se encaixando. E sorteio que define quem fica com quem. Num lance desses, ninguém vai usar camisinha. Os bacanais e surubas existem desde a Roma antiga, mas é difícil que alguém assuma.


ISTOÉ – O sr. se choca com esse comportamento?Morais de Sá – Sou quadrado, de formação católica. Para mim sexo e amor têm de ser seletivos. Sexo coletivo é a antítese do amor. Fico chocado, embora tenha que aceitar porque é uma realidade da sexualidade humana. Minha tarefa é tentar proteger essa prática. É preciso descobrir estratégias de intervenção.


ISTOÉ – Quem são, hoje, os maiores grupos de risco?Morais de Sá – Em maior situação de risco estão todos aqueles que fazem sexo com penetração e ejaculação sem usar preservativo. Entre 263 mulheres entrevistadas, 51,3% ignoram a camisinha. Entre 145 homens, 39,7% também não fazem uso dela.


ISTOÉ – O governo tem sido eficiente no combate à Aids?Morais de Sá – O número de novos casos diminuiu e sinto um clima de já ganhou. Por isso me preocupo. A última campanha do governo foi feita no Carnaval. Se há uma tendência à estabilização, as campanhas deveriam ser intensificadas. O investimento no tratamento é indispensável, só que a chave do sucesso são as campanhas educativas. Hoje existem cerca de 200 mil doentes registrados pelo Ministério da Saúde e acredita-se que haja entre 500 e 600 mil infectados em todo o Brasil.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ele é grande, fica frio!


O pênis varia de tamanho em um mesmo indivíduo, dependendo da temperatura ambiente, pois seu invólucro é termossensível. O frio, o exercício e a ansiedade levam o membro a se contrair. A liberação de adrenalina, um hormônio produzido em situações de estresse, que é vasoconstritor, também influi no estado flácido. Além disso, o pênis pequeno pode ficar maior ereto do que o pênis grande quando flácido (mole).


A medição visual dos dotes masculinos nos vestiários de clubes e escolas e, assim, sujeito a erro. Daí o critério usado para definir a medida do homem: deve estar esticado ou em ereção.As estatísticas atuais dão conta de que 75% dos homens têm o pênis, quando ereto, com comprimento variando entre 12,5 cm e 17,5 cm, e diâmetro de 11 a 14 cm. E 78% dos indivíduos adultos tem o comprimento do pênis variando de 7 cm a 10 cm quando flácido.


O pênis com menos de 6 cm quando rígido (duro) ou estendido, considerado pela medicina como micropênis, é uma deformidade congênita rara, em geral identificada na infância. Confira as estatísticas:Tamanho do pênis em ereção e sua classificação:


• micropênis: menos de 6 cm de comprimento e 7 cm de diâmetro;

• pênis muito pequeno: menos de 10 cm de comprimento e 9 cm de diâmetro;

• pênis pequeno: 10 a 12 cm de comprimento e 9 a 10 cm de diâmetro;

• pênis médio: 12 a 18 cm de comprimento e 10 a 14 cm de diâmetro;

• pênis grande: mais de 18 cm de comprimento e 14 cm de diâmetro.


Tamanho do pênis em ereção e sua distribuição na população masculina:


• 12,5 a 15 cm: 75% dos homens;

• 18 cm: 15% dos homens;• 20 cm: 3% dos homens;

• 23 cm: um em cada 500 homens;• 25 cm: um em cada 10 mil homens;

• 30 cm: um em cada 500 mil homens.


Fonte: A Medida do homem, dr. Bayard Fischer Santos [ Imprensa Livre]Curiosidades:Do ponto de vista funcional o tamanho do pênis humano é considerado excessivo em comparação com o membro de outros mamíferos. O comprimento do pênis ereto é de apenas 3,17 cm nos gorilas e de 3,81 cm nos orangotangos.Mas, uma coisa é certa: o pênis de 3,81 cm do orangotango permite que ele execute uma variedade de posições que é de fazer inveja a qualquer humano, principalmente porque faz tudo isso pendurado em uma árvore.

Bis


Vivemos em um meio cultural que não convive facilmente com as diferenças.A bissexualidade, é uma das categorias que não estão enquadradas nos modelos consideradas "normais" das culturas em geral.O indivíduo pertencente a este grupo tem a capacidade de envolver-se emocional e sexualmente com ambos os sexos, podendo também procriar, deixando pesquisadores "malucos", pois nas pesquisas comparativas sempre se tentou encontrar diferenças entre homos e heteros. Uma das vias percorridas é a da interpretação e conceituação pela formação cromossômica, que nunca encontraram diferença entre homos e heteros.Tentou-se também o estabelecimento de diferenças pelo tamanho do hipotálamo (estrutura do cérebro que comanda as sensações de fome, sede, emoções e apetite sexual) observando que o do homossexual masculino era menor quando comparado ao do heterossexual masculino, dando-se com o feminino o inverso. A este respeito M. Garber em seu livro "Vice-versa..." indaga sobre de que tamanho seria o hipotálamo do bissexual, seria comparado com o de qual sexo, seria maior ou menor, ou teria um tamanho ideal, uma terceira medida?O bissexual intriga. Isso fica patente ao constatarmos que desde de que nascemos nos é ensinado que existem comportamentos apropriados para meninos e comportamentos apropriados para meninas. Às vezes, de uma forma implícita nos brinquedos, cores e tipos de roupas, outras explícitas nas palavras de ordem, como "feche as pernas para sentar, menina!", "homem não chora!" e etc. Dessa forma vai-se moldando nossa identidade de gênero. É importante frisar que o fato de termos uma identidade sexual não quer dizer que a identidade de gênero corresponda a esta. A identidade sexual é diferente de identidade de gênero, posto que a primeira é a consciência que se tem do sexo biológico e a segunda é o sentimento de pertencer a um determinado sexo, e uma é independente da outra. Para ficar mais claro, temos o exemplo do transexual, que tem corpo e órgãos genitais de um sexo, e consciência de que é um corpo de homem ou de mulher (identidade sexual), mas o seu sentimento é o de pertencer ao outro sexo (identidade de gênero), portanto não havendo correspondência entre ambas.No caso do bissexual sua identidade de gênero corresponde à sua identidade sexual. O que vai diferenciá-lo do heterossexual e do homossexual é que sua orientação sexual - a quem seu desejo se dirige, se orienta - pode ser para ambos os sexos, não necessariamente com a mesma intensidade.Em razão desta peculiaridade sofre preconceito por todos os lados, criando-se "mitos" e "tabus" em torno de seu comportamento, como por exemplo: o de um necessário relacionamento simultâneo com homens e mulheres ("suruba, bacanal"). Tal situação pode até ocorrer, mas não é a definição da conduta bissexual. Alega-se que os bissexuais são homossexuais que não se assumem como tais ou heterossexuais com problemas na constituição da personalidade, de adaptação social, que fixaram-se em determinada fase do seu desenvolvimento psicossexual ou de algo parecido no jargão psicológico. Diz-se também que são pessoas indecisas que querem brincar com o sentimento dos outros, insatisfeitos, querem tudo ao mesmo tempo.É preciso atentar para o fato de que a atração entre as pessoas é algo que vai além da sexualidade, pois todos nós temos a capacidade de nos sentirmos atraídos por homens e mulheres. No início de nossa formação somos todos bissexuais, segundo o pai da psicanálise.O bissexual muitas vezes vive clandestinamente, pois, são de certa forma marginalizados e excluídos tanto pelos homossexuais como pelos heterossexuais, o que faz com que os bissexuais não apareçam e sejam desconsiderados enquanto orientação. Muitos assumem uma posição velada, heterossexual ou homossexual, nos dois casos reprimindo seus desejos, vivendo com uma máscara social pela necessidade de serem aceitos, gerando um prejuízo no desenvolvimento humano.Texo e colaboração - Psicóloga e sexóloga Rosemary Aparecida Villela de Freitas

Espiadinha no vestiário


Fala galera!


O objetivo deste blog é discutir de forma inteligente sobre o universo masculino, incluindo aqui a questão do desejo e afetividade.


Já entre em discuções sem fim em relação à bissexualidade com meus amigos. Isto porque deixando vir à tona o desejo por outro homem, ou não, todos somos bissexuais.


Esta constatação feita há várias décadas atrás pelo pai da psicanálise vem sendo constatada por estudiosos da sexualidade hoje. No "Livro de ouro do sexo" da grande Regina Navarro Lins, ela se atreve a dizer que em breve a grande maioria do mundo vai ter uma orientação bissexual.


E isto não significa adotar desejos completamente novos, mas sim deixar rolar o desejo que normalmente é reprimido por um motivo simples: todos fomos treinados para isso.


Homens não podem sentir desejo por outros homens e ponto final. Somos educados assim, a pensar e agir desta forma e o apelo é forte, repetimos atos e conceitos sem mesmo questioná-los. Mas não adianta, desejo é foda!

É como se você construísse uma cidade sobre um vulcão. Inicialmente tudo parece dentro dos padrões, nada fora da "ordem". Mas as larvas estão lá, a erupção ameaça surgir algumas vezes, e um dia pode vir com toda potência.


Admitindo, ou ficando completamente irritado e transtornado com esta idéia, todos somos bissexuais.


Ou de onde você acha que vem a tendência incontrolável de se olhar o bilau do camarada no vestiário? Todo cara olha, mesmo que negue até o fim.

Mas para isto existe uma resposta pronta: ah, mas é só para comparar o tamanho.

Tudo bem, então digamos que entre no vestiário um cara feio que dói, com um corpo que não é nenhum ícone de beleza. O cara olha?

Não.

Outra questão. O cara fica lá bendo o filme pornô, amarradão, assiste direto, é algo estranhamente estimulante. Mas ele curte ver pau duro?

O que não falta na internet e locadoras são filmes com duas mulheres transando, ou até mais de duas. Não há necessidade de se ver pau. Mas um estudo mostrou que muito embora todo homem diga que sonha em transar com duas mulheres ou ver duas mulheres na cama, este tipo de filme raramente é locado.

Ou seja, o filme mais excitante é o que tem pau. Claro que não é um desejo consciente, o cara nem se dá conta do porquê olha o pau do outro no vestiário, nem o porquê de se amarrar no fimlezinho pornô.


Tudo isso é fruto de uma sociedade reprimida, que precisa de suas válvulas de escape.


Todo homem nega o fato de achar outro o maior gato. Homem que é homem acha todo homem horrível?

O fato de se achar alguém bonito, não significa percepção de um padrão estético, porque há uma relatividade destes padrões. Se o cara acha outro bonito, maior boa pinta, é porquê houve um estímulo sexual. Bem lá no fundo há algo dizendo: eu comeria!


Estamos tratando aqui dos caras que ão admitem ou nem mesmo conhecem seus desejos. Mas para o cara bem resolvido com sua masculinidade, pouco importa com quem ele vai para a cama, isso não altera nada. E este blog foi desenvolvido para o cara que é assim! Seja bem vindo!